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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Meditando...

"O amor de Deus é dado aos pecadores por causa de Cristo, mas esse amor não é separado da Sua santidade. Ele é santo e produz santidade. Ele cria a obediência santa do amor".

Jonathan Leeman

quarta-feira, 15 de abril de 2015

"A Saída" - Tim Keller (resumo)

2º Capítulo "A Saída" – Tim Keller
Texto Êxodo 14:5-31
Quando lemos a passagem do mar vermelho, tendo uma visão Cristocêntrica da Bíblia, não podemos deixar de a ver como paradigma da salvação que há em Cristo.
A travessia do mar vermelho ensina-nos 3 lições:
O que deixamos para trás: Escravidão
Como saímos: Pela Graça
Por que podemos sair: Pela intervenção do mediador.
Segundo Keller, “não faríamos essas associações sem o restante da Bíblia, mas torna-se tudo mais claro quando examinamos o roteiro geral das Escrituras” porque toda a Escritura aponta a Cristo.
A salvação que há em Cristo é revelador da libertação que tivemos da escravidão, pois a palavra traduzida por redimir, neste texto, tem esse sentido “libertar da escravidão”.
No entanto, como diz Keller, “é possível tirar as pessoas da escravidão, mas não é fácil tirar a escravidão dentro das pessoas”.
A luta contra o pecado é contínua na nossa vida. Mas, mesmo tendo sido libertos, o pecado não desaparece assim que nos tornamos cristãos. Porém, cada vez que o cometemos fica, em certo sentido, mais “fácil voltar a cometê-lo e muito mais difícil resistir-lhe (…) porque toda a vez que pecamos destruímos a capacidade de resistir a esse pecado”.
Precisamos de saber lidar com aquilo que amamos e ver se não amamos mais essas coisas do que a Deus. Percebemos a existência de ídolos na nossa vida, quando alguma coisa é tão importante para nós que nos dá segurança e sentido à nossa vida quando na verdade devia ser Deus.
Nessas coisas podemos incluir profissão, filhos ou até o ministério. Conforme diz Keller “se o sucesso no ministério for mais importante para a sua auto-imagem do que a opinião de Deus a seu respeito, o ministério tornou-se, na prática, um ídolo”.
Percebemos também quem são os nossos ídolos no momento de perda e ficamos não apenas tristes mas também nos sentimos derrotados e, face a isso, perdemos o controlo emocional nas nossas vidas.
Portanto, resta-nos apenas olhar para a libertação que tivemos em Cristo – tal como os hebreus deviam olhar para a travessia do mar vermelho – e perceber que de repente, como afirma Keller “Num instante não estamos regerados e logo a seguir já estamos. Num momento somos órfãos e noutro momento fomos adoptados. (…) Não há processo algum. Ou estamos no domínio das trevas, ou Deus transportou-nos para o reino do Seu filho amado (Col. 1:13)”.
Na travessia do mar vermelho, percebemos também que os Israelitas tinham “diferentes qualidades de fé, mas todos foram igualmente salvos e libertos. Por quê? Porque não somos salvos pela qualidade da nossa fé, mas sim pelo objecto da nossa fé: o Redentor, o Deus que luta por nós. Tudo neste texto declara: Graça, graça, graça. A travessia faz-se pela Graça”.
Por isso, quando lidamos com problemas na nossa vida, olhemos para esta travessia e, então, todas as outras situações parecerão como “picadas de pulgas”.
Pense nesta libertação. Quando mais meditar no que Deus fez, mais santos seremos. Ninguém que lhe foi dada esta graça de ver a Deus, irá encarar o pecado com leviandade.
Keller afirma peremptoriamente “Por que peca? Às vezes, simplesmente porque o pecado é o caminho mais fácil. Permita então que a gratidão que deve ter por Deus preencha o seu coração a tal ponto que diga “Não vou fazer isso”. Mas um dos principais motivos pelos quais pecamos são os nossos ídolos. Pecamos porque somos controlados por ídolos como o medo. No entanto, a graça de Deus liberta-nos dos ídolos”.
Lembre-se também… Quando Deus diz “Eu vos tirei do Egipto e por isso devem ser santos” significa que somos salvos somente pela fé, mas que a mesma tem que ser acompanhada pelas boas obras.
Seja santo, como Deus é santo. 



terça-feira, 14 de abril de 2015

Estudando as Escrituras para encontrar Jesus - Albert Mohler Jr.

Pregar sobre Jesus no Antigo Testamento é algo que nos deve entusiasmar mas ao mesmo tempo pode tornar-se assustador para alguns.
Vivemos numa época chamada de “Deísmo terapêutico moralista” onde as pessoas pensam que apesar de Deus existir, Ele quer apenas que nos portemos bem e que nos sintamos confortáveis neste mundo. Não se pode exigir mais do que isso.
É por este tipo de abordagens que muitas vezes se prega o moralismo bíblico, mas não o Evangelho bíblico. O resultado deste tipo de “método” é percebermos que as pessoas não estão firmadas no Evangelho mas em aspectos práticos que as possam ajudar a ser bem-sucedidas neste mundo.
Em João 5:31-47 encontramos Jesus a afirmar que as Escrituras, ou seja, todo o Antigo Testamento apontam à Si. Como prova disso, apresentou quatro testemunhas da veracidade das Suas palavras. João Baptista, as obras de Jesus, o Pai e as Escrituras.
Sendo assim, temos que analisar as Escrituras, como um todo, pois as mesmas dão testemunho de Jesus. O que acontece muitas vezes, é que olhamos para o Antigo Testamento apenas “para encontrar antecedentes históricos (…) e buscar referências que façam previsões sobre Ele”.
Não podemos ter medo do Antigo Testamento e nem fazermos mau uso dele.
Mohler refere alguns maus usos dos quais destaco alguns:
Os cristãos “dão a entender que o Antigo Testamento é um livro que pertence a outros, que é um território estrangeiro para a Igreja”.
Há dois tipos de divindade entre o Antigo e o Novo e a tendência é rejeitar o Antigo por ser constrangedor sendo até uma tendência marcionista – rejeitar por completo o Antigo Testamento.
Achar que não há continuidade entre Antigo e o Novo, esquecendo-se porém que existe uma “continuidade pela qual o Antigo e a Lei cumprem-se plenamente na pessoa e obra de Cristo.
Vivemos numa época de puro moralismo e, face a isso, os pregadores olham para o Antigo Testamento para retirarem apenas lições morais para ensinarem as pessoas a viverem o seu dia-a-dia. Inclusive, segundo Mohler, até as “histórias bíblicas das crianças estão cheias de visões moralistas”. Por causa disso, vemos gerações habituadas ao “Deísmo terapêutico moralista” e aquilo que as vai alimentando passa apenas por “actualizar e acrescentar novos tópicos à moralização dos adolescentes”. Raramente vemos histórias bíblicas a apontarem a Cristo.
A grande questão levanta-se “Como as Escrituras dão testemunho de Cristo?”
Mohler ajuda-nos a responder a essa perguntar:
Precisamos de compreender, à luz de João 5:39 - serve de texto base - que cada parte, cada aspecto das Escrituras revelam Cristo. Todas as coisas “prefiguram Cristo (…) e levam-nos a ansiar por Ele”.
O Antigo Testamento não é sobre moralismo pois, conforme diz Mohler, “O moralismo não representa o objectivo redentor do texto. Não é assim que ele dá testemunho de Cristo. Há lições morais contidas ali e estaríamos errados se as desconsiderássemos. (…) Mas erramos ao pensar que o moralismo é o ponto central do uso do Antigo Testamento pelo Novo”. Se formos apenas por esta via, estamos a instruir mal a congregação pois estamos a dizer apenas “aquilo que elas gostam de ouvir: que podem agradar a Deus pelo aperfeiçoamento moral”. No entanto, saibamos que o moralismo não salva ninguém.
Como pregadores, segundo Mohler, temos de “pregar Cristo a partir de toda a Escritura e encontrar Cristo não somente no Evangelho do Novo Testamento, mas também no do Antigo. Precisamos deixar que o Novo Testamento ensine-nos a ler o Antigo. Precisamos devolver a Bíblia aos crentes, inteira, intacta, tendo o centro Cristo e o Evangelho da nossa redenção”.



sábado, 4 de outubro de 2014

Devocional

Por vezes dá vontade de desistir tal é a nossa incompreensão com certas coisas, porém temos esta certeza...
"Embora pareça que Satanás prevaleça contra os eleitos de Deus, no seu propósito final ele será sempre frustrado".

John Knox

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pensando...

"Moralistic, Therapeutic Deism is characterized by five major tenets.
First, there is a God who created the world. Second, God wants us to be goo (as is common to all religions). Third, the main goal in life is ti be happy and feel good about one's self. Fourth, God does not need to be particularly involved in our lives unless we need something. Fifth, good people go to heaven when they die".
Christian Smith citado por Voddie Baucham em "Joseph and the gospel of many colors".

quinta-feira, 31 de julho de 2014

- "Qualquer Evangelho que tem o sentido de salvar as pessoas sem também as transformar é um convite à crença fácil. Se acha que ser um cristão nada mais é do que fazer uma oração ou filiar-se a uma igreja, então já confundiu a graça genuína com a graça barata. Os que são justificados serão santificados". 
- Como saber se algo glorifica ao Senhor? Fazendo esta simples pergunta, segundo K. DeYoung, "Posso agradecer a Deus por isso?". 
- "Quando pecamos, a nossa união com Cristo não corre risco. Mas a nossa comunhão sim". 
- "Santificação, portanto, será marcada por mais arrependimento do que perfeição". 


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Livro... "Faça alguma coisa" de Kevin DeYoung

- "Deus não é uma bola de cristal onde cada um pega, fricciona e observa atentamente sempre que tem de tomar alguma decisão. Ele é um Deus bom, que nos deu um cérebro, mostra-nos o caminho da obediência e convida-nos a assumir riscos por Ele". 
- "Partimos do pressuposto de que vamos experimentar o céu na terra e então ficamos desapontados ao perceber como a terra tem tão pouco céu". 
- "(...) As pessoas deveriam gastar-se menos, parar de passar anos a fio espiritualizando a sua incapacidade de tomar decisões, porque estão sempre ocupadas tentando descobrir, em vão, qual a vontade de Deus". 
- "Não corremos riscos por Deus porque temos obsessão por segurança, protecção e, sobretudo, pelo futuro". 
- "Temos de parar de pedir a Deus que nos revele o futuro e tire todos os riscos da nossa vida". 
- "O que importa é quem somos e não onde estamos". 



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Livro "Deus é o Evangelho" (2)

- "A gratidão pela cruz pode ser idólatra? É espantoso que, às vezes, esta mesma idolatria é verdadeira até quando as pessoas agradecem a Deus por ter enviado a Jesus para morrer em favor delas. Talvez já ouviu pessoas a dizer quão gratos a Deus devemos ser pela morte de Cristo, porque essa morte demonstra quanto valor Deus nos atribuiu. Em outras palavras, elas são agradecidas pela cruz como um eco da própria dignidade delas".
- "Se a gratidão pelo Evangelho não está arraigada na Glória de Deus, essa gratidão é idolatria disfarçada". 
- "O melhor dom de Deus não é o dom da auto-estima. O melhor dom de Deus é Ele mesmo". 
- "(...) Se amássemos como Cristo, suportaríamos qualquer sofrimento necessário para fazer com que a Glória d'Ele fosse vista". 
- "O Evangelho cristão é que a morte e a ressurreição de Jesus trazem-nos à Glória de Deus, na face de Jesus Cristo como nosso tesouro supremo, eterno e todo satisfatório -  I Ped. 3:18". 




Livro "Deus é o Evangelho" (1)

- "Mas, se o amor de Deus por nós é, na verdade, o facto de Ele considerar-nos importantes, quem realmente está sendo adorado?".
- "O amor salvífico de Deus é o compromisso de Deus em fazer tudo o que for necessário para cativar-nos com aquilo que é mais profundo, durável e satisfatório, ou seja, Ele mesmo". 
- "O Evangelho não é uma maneira de levar as pessoas ao céu; é um meio de trazer pessoas a Deus". 
- "Se não queremos a Deus acima de todas as outras coisas, não fomos convertidos pelo Evangelho". 
- "Não há Evangelho sem a proclamação de Cristo crucificado em favor de pecadores e ressuscitado entre os mortos". 
- "A obra do Espírito Santo em transformar-nos não consiste em agir directamente sobre os nossos maus hábitos, e sim fazer-nos admirar tanto a Jesus Cristo, que hábitos pecaminosos parecerão estranhos e desagradáveis".
- "Os sofrimentos de Paulo que lhe ameaçavam a vida haviam sido determinados por Deus a fim de conservar Paulo bem perto d'Ele". 
- "O alvo do Evangelho não é uma vida fácil; é um conhecimento mais profundo de Deus e uma confiança mais intensa n'Ele".




quarta-feira, 23 de julho de 2014

Livro "Bom demais para ser verdade".

- "As nossas fraquezas são oportunidades para Deus demonstrar a Sua força". 
- "A busca incessante por glória, conforto, poder, autonomia, saúde e prosperidade criam um círculo vicioso de ânsia e desilusão".
- "O alvo da nossa vida não é ser feliz, e sim, ser santo".
- "Deus revelou tudo o que precisamos de saber, mas nem tudo o que gostaríamos de saber". 
- "O nosso futuro não é determinado pelas circunstâncias mas sim por aquilo que Cristo fez na Cruz". 

(Algumas frases deste livro. Recomendo)


sábado, 31 de maio de 2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Deus é Soberano...

"(...) Se Satanás está a anular o propósito de Deus, então Satanás é omnipotente, e Deus já não é mais o ser supremo".
A. W. Pink em "Deus é Soberano".