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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Princípios para o ministério pastoral

Actos 20:26-32
Princípios para o ministério pastoral

1º Pregar todo o conselho de Deus (v27)
- Só é possível isso acontecer quando houver pregação expositiva. É também preciso preparar bem o conteúdo e a apresentação do sermão. Quantos mais anos de ministério, mais necessidade se tem.

2º Cuidar da sua vida espiritual (v28)
- Ter tempo de ler, orar e examinar a sua vida à luz da Palavra.

3º Cuidar das pessoas que Deus lhe confiou (v28)
- As pessoas precisam de ver a santidade dos seus pastores fora do púlpito em conversas e no aconselhamento. Necessitam também de perceber que o pastor tem a preocupação com as suas vidas e não apenas com o crescimento estatístico da Igreja.
"Quem não é visto, não é lembrado".

4º Admoestar em amor (v31)
- Quando alguém percebe que o seu pastor as ama, através do relacionamento que tem com ele, normalmente está disponível para ouvir a admoestação da Palavra de Deus através do seu pastor.

5º Orar e entregar a vida das pessoas nas mãos de Deus (v32)
- Os pastores necessitam de orar pelas suas ovelhas - daí nasce o amor - e confiar que Deus cuidará delas.


Resultado: Ficam limpos do sangue daqueles que Deus lhes confiou (v26).

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Igreja com Vida

Uma Igreja só terá Vida quando a Palavra de Deus for cantada, orada, lida e pregada.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Contendas?

Hoje em dia, parece que há algumas pessoas que precisam de viver sempre em contendas porque simplesmente não conseguem viver em paz com os que estão à sua volta.
Estão sempre a arranjar alguma confusão. Estão sempre a ver o cisco na vida das outras pessoas e nunca reparam na trave que está à frente dos seus olhos.
Elas não estão cansadas dos outros. Elas estão cansadas da sua própria vida e ainda acham que a vida lhes deve algo.

Certamente este tipo de coisas só acontecerá quando essas pessoas não tiverem a sua vida resolvida em Cristo.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Legalismo ou Evangelho?

Relacionamento legalista - Trata as pessoas de acordo com as suas acções. Além disso, muda de postura e esquece-se do amor.


Relacionamento segundo o Evangelho - Trata as outras pessoas da mesma forma que Cristo agiu para consigo. 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Pensamentos

Olhando para a história, os pregadores que mais sabiam das línguas originais foram precisamente aqueles que menos citaram essas palavras no púlpito.
Vemos, principalmente nos pregadores mais jovens, citações do grego ou do hebraico, mas na verdade, tal como eu, pouco ou nada conhecem da língua. 
Precisamos de ter humildade!

sábado, 5 de março de 2016

Quem está no centro do meu perdão?

Se perdoar fosse por causa dos meus sentimentos, então não iria perdoar muitas vezes porque dá trabalho e iria assumir um custo. Além disso, estou a colocar a minha vida no centro das minhas acções.
Sendo assim, o perdão não pode ser um acto que acontece por pensar em mim, mas sim naquilo que Cristo fez por mim.

Se isso então acontecer, irei usufruir de uma alegria interior superior ao dano que me possam fazer. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Mulher do pastor

A mulher do pastor será a mulher sem nome?


Creio que desvalorizamos muito o papel que a mulher do pastor tem no seio da vida de uma Igreja.
Costuma-se dizer que ela tem de saber tocar piano, ser a presidente do departamento feminino, a responsável pelos lanches da Igreja e outras coisas mais.
Será que a importância da mulher do pastor vê-se aí?
Creio que seria muito redutor e a evidência de um total desconhecimento sobre o ministério da família pastoral.
Pensemos um pouco...
Quem é que atura o pastor quando ele está angustiado/depressivo/ansioso por causa de todo trabalho que envolve o ministério pastoral e pessoal?
Quem é que não tem Sábados para passear com o marido?
Quem é cuida sozinha dos filhos na Igreja para que o pastor possa estar a fazer o seu trabalho?
Quem toma conta dos filhos do pastor quando ele é chamado de urgência para tratar de algum problema?
Quem está atenta aos problemas da Igreja e com a sua sensibilidade ajuda o pastor a ver o que ele sozinho não consegue?
Quem ora diariamente pela vida do pastor?
Quem tem de ouvir coisas quando as pessoas não estão satisfeitas com o pastor?
Quem tem coisas planeadas com o marido e de repente ele tem de sair para ir resolver um assunto delicado?
Quem é que passa pela "sombra" mas na verdade tem um papel importante para que o pastor possa ministrar de uma forma que glorifique a Deus?
Resposta a estas perguntas? A mulher do pastor.
Assim sendo, oremos por estas mulheres. Elas, por vezes, passam por provas mais duras que os pastores.

Dou graças a Deus pela Filipa porque ela tem nome e ainda "melhora" o meu nome.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Qual a resposta certa?

Qual é o mais correcto dizer...
a) Quando eu me converti aos 7 anos...
b) Quando Deus me converteu aos 7 anos...

terça-feira, 19 de maio de 2015

Lição...

Agradeço a Deus pela Sua providência ao sustentar-me quando nada tenho e ao retirar-me quando penso que tenho tudo.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Pensamentos...

Se o objectivo do pregador for agradar as pessoas, certamente não pregará todo o "conselho de Deus".

Se o objectivo do pregador for facilitar a sua vida perante o rebanho, certamente abandonará a pregação expositiva e sequencial.

domingo, 16 de novembro de 2014

Investir enquanto é tempo...

Há algum tempo a esta parte os clubes portugueses perceberam o estado do futebol português. Pouca capacidade nos futebolistas portugueses e, face a isso, pouca representatividade portuguesa nos nossos clubes. Podemos ver o que aconteceu na nossa selecção nacional. Tiveram que ir chamar os “reformados” para fazerem aquilo que os “mais novos” não conseguiram.
Isto aconteceu como resultado de investirem durante anos em estrangeiros esquecendo-se assim de apostar de forma séria na formação.
A verdade é que vários clubes já estão a apostar em ter uma formação séria para que passados alguns anos possam recolher esses frutos. O Benfica, por exemplo, está à investir na formação seriamente desde 2006 e só a partir do próximo ano, é a minha convicção, irá colher resultados.
Outros, já começaram a investir nos portugueses e já estão a colher resultados.
A verdade é que isto não aconteceu por algum tipo de xenofobia mas porque sentem que é necessário investir nos portugueses para que possa haver uma continuidade a nível nacional.
Resumidamente estão a fazer o seguinte: 1º Uma aposta séria na formação. 2º Investir nos jovens portugueses.
Em certo sentido, talvez, devamos enquanto comunidades baptistas portuguesas reflectir um pouco sobre a nossa realidade nacional.
Devíamos cada vez mais investir numa formação académica para os alunos do nosso seminário e investir nos jovens portugueses, em vez de chamarmos estrangeiros para Portugal para fazerem aquilo que um jovem nosso pudesse fazer.
Vamos investir mais na formação da nossa juventude. Vamos investir cada vez mais nos nossos jovens já formados e certamente iremos colher no seu tempo. Pode ser, é certo, que leve o seu período mas vale a pena correr esse “risco”.
Mais uma vez, não tenho nada contra os estrangeiros até porque devemos ser bastante agradecidos por aquilo que eles fizeram e estão a fazer no nosso País.
Custa-me apenas ver o pouco investimento feito na formação dos nossos jovens e na pouca “aposta” que se tem feito.
Vejo jovens formados e por formar que apenas necessitam de uma comunidade ou um conjunto de comunidades que investam neles.

Agradeço a Deus porque um dia o Pastor Heitor Gomes olhou para mim e decidiu investir na minha vida sendo que naquela altura nada tinha para oferecer de especial. Simplesmente convidou-me e disse “Vou investir em ti”. 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Eu sou de quem?

Tenho tido o privilégio de estudar a carta aos Coríntios.
Ao ler os primeiros capítulos, Paulo começou por mostrar que as nossas vidas têm significado em Cristo e através do próprio Cristo. Tudo o resto é loucura.
Uma das críticas que Paulo fez àquela Igreja, foi que alguns cristãos diziam que eram de Paulo, outros de Apolo e outros de Pedro.
Isso acontecia para mostrarem superioridade em relação aos outros e assim terem primazia na vida da Igreja.
Quando afirmavam que eram de um líder, não tinham como objectivo dizerem que tinha sido essa pessoa a levá-los até Cristo, mas sim que esse líder era o seu próprio cristo e o trampolim para “voos mais altos” na Igreja, como quem diz “Eu sou mais importante do que vocês porque sou de Paulo”. O orgulho era tanto que a Igreja vivia dividida.
Hoje em dia, quando ouvimos alguém dizer que é “calvinista”, rapidamente ouvimos como resposta “E eu sou de Cristo”. Como se este que diz que é de Cristo fosse superior ao outro.
Quando alguém diz que é “calvinista” apenas está a querer dizer que a teologia reformada levou-o a aproximar-se mais de Cristo e a entender melhor um determinado “corpo de doutrinas”.
Calvino não é a nossa bandeira e nem o nosso salvador. Não foi ele que deu a sua vida por nós.
Dessa forma, quando digo que sou “Baptista” estou também a assumir um corpo de doutrinas diferente do meu irmão em Cristo que diz que é, por exemplo, da “Assembleia de Deus”.

Todos nós somos de Cristo. Não ouso sequer dizer que sou superior a ninguém.

Orando e proclamando o Seu Evangelho

Quando oramos pela conversão de alguém é porque no fundo acreditamos que quando Deus quer, a Sua Graça é irresistível.
Caso não fosse, não adiantaria orarmos. A decisão estaria no homem e Deus não poderia fazer nada.
Deus usa as orações e a pregação do evangelho como forma de fazer com que os seus eleitos cheguem à salvação.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pensamentos...

Muitas vezes os cristãos não partilham os seus problemas na Igreja, para não terem que ouvir o irmão do lado dizer "Eu sempre soube que ele era fraco na fé" ou "Eu tinha razão em relação a ele".

É este tipo de julgamentos que não podemos ter dentro das nossas comunidades. Somos chamados por Deus para sermos comunidades redentoras.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Eu e o salário...

Quando agimos no nosso trabalho achando que o salário é um fim em si mesmo, não nos vamos preocupar com os meios de o obter.

(pensamento surgido quando estava a ler "Como integrar fé e trabalho" de Tim Keller. Brevemente colocarei várias citações)