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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Devocional - Lucas 1:18-21

Lucas 1
Ler V18
Zacarias não acreditou na promessa do anjo.
A sua incredulidade era notória e daí, tal como vimos anteriormente, as suas orações por um filho já deveriam ter sido feitas há alguns anos atrás.
Interessante notar o que Isabel, mulher de Zacarias, disse sobre Maria no V45: “Feliz daquela que acreditou, porque nela se cumprirá o que foi dito da parte do Senhor”.
Isabel reconhece que Maria era feliz porque tinha acreditado, em contraste com o seu marido e quem sabe até ela própria, nas promessas de Deus.
Zacarias pede provas como quem duvida das palavras do anjo. Ele coloca os impossíveis como entrave às promessas de Deus, isto porque a sua esposa tinha já uma idade muito avançada. Queria sinais de que Deus conseguiria fazer tal coisa.
Ler V19-21
O anjo comprova, nestas suas palavras, a incredulidade de Zacarias sendo que, por causa disso, tirou-lhe a voz para que as suas palavras não proclamassem dúvidas, quando o povo, conforme o versículo 21, esperava o sacerdote para ouvir palavras de bênção.
Ler V64
Nesse momento, voltou a fala a Zacarias e ele pôs-se a dar louvores a Deus.
Ou seja, Deus calou Zacarias durante 9 meses até ele proferir louvores a Deus e palavras de bênção para o povo.
Acredita-se que Zacarias poderia ter ficado também surdo porque o povo comunicava com ele por gestos (V62).
Aplicando…
Por vezes, a melhor bênção que Deus nos poderá dar passará por fechar a nossa boca até conseguirmos proferir bênção nas nossas palavras.
Devemos mesmo ter ousadia de pedir ao Senhor que nos feche a boca até sermos capaz de proferir palavras que promovam edificação.
Por outro lado, também devemos fechar os nossos ouvidos para não ouvirmos palavras que não sejam bênção.
Proferir ou ouvir palavras torpes, em certo sentido na linguagem bíblica, significa exactamente o mesmo.

Cuidar da nossa língua e dos nossos ouvidos deverão ser aspectos que teremos de cuidar na nossa disciplina pessoal de santificação.